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Mudar o mundo sem tomar o poder.
 
Terça, 27 de Outubro de 2009  
 

“Não vêem que, se nos rebelamos contra o capitalismo, não é porque queremos um sistema de poder diferente, é porque queremos uma sociedade em que sejam dissolvidas as relações de poder. Não se pode construir uma sociedade de relação de não-poder por meio da conquista do poder. Uma vez que se adota a lógica do poder, a luta contra ele já está perdida.”

JONH HOLLOWAY

Vivemos numa sociedade preconceituosa, machista, baseada nas relações de poder em que as pessoas querem audiência o tempo todo, querem mandar, querem falar, querem impor, querem se vitimizar, querem ter, querem cobrar, querem criticar, querem aparecer, querem comandar, querem afirmar suas verdades. Mas essas pessoas não querem refletir, não querem ouvir, não querem fazer autocrítica, não querem ser cobrados, não querem se colocar no lugar do outro, não querem conviver e respeitar outras verdades. 

Nós criamos nossos próprios fantasmas, nosso próprio inferno, nossa própria angústia, criamos um universo paralelo cheio de orgulho e falta de compreensão, onde aquele que é contra o meu posicionamento deve ser eliminado. Que mundo miserável estamos criando pra gente, que mundo mesquinho queremos viver. E somos nós que criticamos o governo, os políticos corruptos, o servidor público, somos o reflexo dessa realidade que se esqueceu de viver e passou a se angustiar, se esqueceu de viver e passou a falar da vida alheia, se esqueceu de viver para tentar controlar os outros. Que mundo é esse que todos querem poder, poder, poder? 

No livro MUDAR O MUNDO SEM TOMAR O PODER, Holloway (2003) nos mostra que o desafio da sociedade está em desenvolver o anti-poder e defende que mudar o mundo deve ser entendido como negação de qualquer tipo de poder e submissão. Será que podemos destruir todas as formas de poder? Isso é uma utopia ou uma necessidade da humanidade para libertar-se da opressão e do controle? Será que queremos mudar o mundo sem tomar o poder?

Deixo as perguntas para vocês, pois acho importante pensarmos alternativas para melhorar a sociedade e as relações entre as pessoas. Nós somos responsáveis pelas transformações positivas e negativas que são produzidas no mundo.

Referências - HOLLOWAY, John. Mudar o Mundo Sem Tomar o Poder: O Significado da Revolução Hoje. 1ª ed. São Paulo, Viramundo, 2003.

 

Ivandilson Miranda Silva - É Graduado em Filosofia Pela Universidade Católica do Salvador (UCSAL), Especialista em Metodologia do Ensino, Pesquisa e Extensão em Educação Pela Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Professor de Filosofia e Sociologia na Fundação Baiana de Engenharia (FBE) e no Colégio Acadêmico de Villas do Atlântico, Músico da Banda Periferia, Colaborador e Professor de Cinema e Contextualização na Associação Educacional, Cultural e Ambiental Comunidade Universitária, Leciona as Disciplinas Humanidades I e II na UNIME – PARALELA, Salvador, Ba. E-mail: Ivandilson-silva@ig.com.br,  Blog: http://Ivandilsonmiransda.zip.net


 
 
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