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Inferno ou Organização?
 
Quinta, 21 de Janeiro de 2010  
 
“O futuro das organizações e nações, dependerá cada vez mais de sua capacidade de aprender  coletivamente”.(Peter Senge)


Existem organizações, nas quais não sabemos muito bem qual é o objetivo do gestor e dos funcionários. Ambos não podem ser tratados como colaboradores, uma vez que em nada colaboram para com a organização.

Tais gestores e tais funcionários corroboram para que a organização chegue mais rápida a um caos, uma vez que não trabalham em prol da produtividade, da lucratividade, portanto, não trabalham em prol da organização. Executam suas funções em prol da mesquinhez, da “rádio peão” e do “fofocódromo” dando ouvidos a fofocas, fofocas e mais fofocas.

Não entendo como ainda possuem dirigentes que, além de não enxergarem esta situação, permitem haver em sua organização este tipo de profissional. O que mais estranha, é que são pagos para executarem ações que beneficiem a organização e não que prejudique a mesma.

Estamos no séc. XXI e esse tipo de organização ainda existe. O ambiente organizacional não é harmonioso, é recheado de animosidades, não preconiza o respeito, a integração e a inter-relação entre os departamentos, bem como entre todos os envolvidos. Penso até que não sabem o valor destes pilares para que a organização não só sobreviva, mas permaneça no mercado, mercado este, onde a competitividade é tão acirrada. Sabemos que o bom relacionamento e o respeito mútuo são essenciais para que ocorra além da integração, a produtividade.

Neste tipo de organização, o ambiente é infernal, prevalece uma “briga de foice”, ou seja, existe uma rivalidade entre todos e com relação a tudo, os funcionários brigam entre si, a troco de nada. Parecem desconhecer que a soma das partes é maior que o todo, parecem desconhecer que somando forças se consegue ultrapassar os maiores obstáculos e principalmente desconhecem que, o que deve ser perseguido, são os objetivos, que deveriam ser comuns a toda organização, e não as pessoas.

Parecem desconhecer que pertencem a uma organização e não apenas a um departamento e que essa relação, perseguido-perseguidor, não traz benefícios, nem à organização e nem aos funcionários, ao contrário, coloca toda organização em risco.

Sabemos que o ser humano produz quando motivado e a motivação, neste tipo de organização, fica completamente comprometida no que tange à produtividade organizacional e aguçada no que tange ao quadro perseguido-perseguidor.

Neste tipo de organização parece não existir líderes e sim chefes, uma vez que os líderes possuem uma postura totalmente diferenciada.

Valorizar a organização, o ambiente de trabalho, valorizar todas as pessoas envolvidas, primar pela ética, pela boa convivência e pelo respeito mútuo, realizando sempre a política do “ganha –ganha”, ou seja, a organização satisfaz as reais necessidades do colaborador e este satisfaz as reais necessidades da organização, é de suma importância neste mundo globalizado.

Um grande líder, além de contribuir, fará acontecer uma gestão participativa, onde todos os envolvidos, sem distinção de nível hierárquico, irão colaborar com suas idéias e talentos, serão ouvidos e conscientizados que os erros serão enxergados como fontes de conhecimento. Colaboradores, agora assim chamados, e organização, estarão dessa forma, na trilha do sucesso.

 

Marizete Furbino - Com formação em Pedagogia e Administração pela UNILESTE-MG, especialização em Empreendedorismo, Marketing e Finanças pelo UNILESTE-MG. É Administradora, Consultora de Empresa e Professora Universitária no Vale do Aço/MG.

Site: www.marizetefurbino.com  - E-mail: marizetefurbino@yahoo.com.br

 


 
 
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