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Profissionais de imprensa do interior reclamam da forma com são tratados nas coberturas das visitas de Wagner
 
Segunda, 30 de Novembro de 2009  
 
Repórteres que cobriram a viagem do governador Jaques Wagner (PT) na última sexta-feira (27) aos municípios de Conceição do Coité, Teofilândia e Araci, se queixam da dificuldade de acesso aos palanques, onde estavam às autoridades por parte dos seguranças da casa militar e do cerimonial.

 


A humilhação e o constrangimento começam na escada de acesso ao palanque, quando misturado ao grande número de políticos que querem subir e são minuciosamente identificados, os repórteres encontra pela frente "um braço esticado e uma mão bem firme na grade de proteção", seguida da expressão dura e fria, "imprensa, aqui não".

O repórter freelance Paulo Luiz Oliveira, que foi barrado na entrada da área reservada em frente à agência do Banco do Nordeste, em Conceição do Coité, falou que não entendia as colocações feitas pelo governador Wagner em quase todos os discursos, dizendo que tem orientado os seguranças não afastar do povo e lembrou a referência feita pelo chefe do executivo baiano em Uauá, quando chamou os seguranças de "gorila". "Quero andar livre e não quero gorila impedindo eu falar com o povo. Eles apenas evitam alguns que tomaram um "goró" a mais (beberam em excesso)", lembrou Luiz as palavras de Wagner.

 Em Teofilândia, o gerente da Rádio Continental AM de Serrinha, Alex Silva, lamentou a forma como estão sendo tratados, pois a rádio faz o investimento com transporte, pessoal, para divulgar a ação do governo, promovendo naturalmente o governador e a recepção é a pior possível.

O repórter Cleriston Silva, do jornal Serrinha Agora, apresentado diariamente na Rádio Continental, disse que não concorda com esta forma de tratamento por parte dos seguranças e do cerimonial e lamentou a "bronca" levada por uma pessoa que se identificou com da equipe do governador, por ter feito mais de um pergunta na coletiva que aconteceu depois de muito protesto na cidade de Teofilândia.

Clodoaldo Matos, afirmou que é verdadeiramente sufocante fazer cobertura das viagens de Wagner, pois "ainda não caiu à ficha de quem organiza estes eventos. Afinal nós é que temos o poder de atingir as massas".

O radialista J. Neto, da rádio Piquaraça FM de Monte Santo, falou que foi constrangido na cidade de Nordestina e afirmou que estas atitudes demonstram a falta de visão, na prática, da assessoria do governador e isto já esta refletindo de forma negativa para o governo. ?Quem tem interesse na divulgação das inaugurações é ele (o governador) e nós vamos falar em nossos programas é desta humilhação que sofremos e podado de exercer a nossa missão, que é informar", lamentou.

Gilberto Oliveira, apresentador de um jornal na Rádio Jacuipe AM, em Riachão do Jacuipe, falou ao vivo no programa de sexta-feira (27), que não iria a Coité fazer a cobertura, pois sabia com seria tratado, pois tinham passado por constrangimento em outras cidades.

Para Adilson Nunes, do jornal periódico, "Noticias da região do sisal", você não tem a quem recorrer. "Se vai a pessoa responsável pela imprensa, eles dizem que o palanque é um local de intimidade política e pode sair uma conversa que não é informativa e ser divulgada de forma diferente. Eles também passam o problema para o cerimonial. O cerimonial, diz que é uma questão de segurança. A segurança fala que é a lotação do palanque e quando ficamos a observar que não pára de subir pessoas, menos a imprensa, que fica lá embaixo com vontade de fazer um bom trabalho", falou.

O fotografo Raimundo Mascarenhas, do CN lamentou a falta de informações sobre o roteiro do governador em Conceição do Coité, pois ninguém sabia informar o que ele iria fazer na cidade, além de participar de um ato em frente à agência do Banco do Nordeste. "Foi necessário um ligação para o vereador Betão (PT), que disse que Wagner estava no Bairro da Jaqueira e seguia para a estrada e Salgadália. Tivemos que sair às pressas para acompanhar a comitiva, conseguindo fazer o trabalho apenas da estrada", lamentou.

Para Valdemi de Assis, do CN, esta faltando um credenciamento prévio, um local para reunir os profissionais de imprensa, o fácil acesso as autoridades, pois "muitas das vezes necessitamos entrevistar outras autoridades, além do governador e eles estão sempre nos palanques, daí eu entendo a preocupação dos colegas", falou Assis.

"Para o fechamento de uma matéria, é necessário ouvir outras pessoas envolvidas no assunto e quando o governador desce do palanque e acontece à coletiva, você perde de vista as outras autoridades que nunca ficam no ambiente depois que Wagner se retira", concluiu.

 

calilanoticias


 
 
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