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Produção de leite de Lagoa Real aumenta após criação de cooperativa
 
Quinta, 21 de Janeiro de 2010  
 
Entidade com cerca de 200 filiados injeta por ano quase R$1 milhão na economia do município

Um projeto de sucesso de renda familiar e inclusão social que começou há cerca de cinco anos com uma pequena produção diária de 350 litros de leite e hoje está em torno de quatro mil litros, com perspectivas de aumentar neste ano de 2010. Trata-se da Cooperativa dos Produtores de Leite e Cereais de Lagoa Real com cerca de 200 filiados que injeta por ano quase R$1 milhão na economia do município, situado na região sudoeste, entre Guanambi e Caetité, com pouco mais de 13 mil habitantes.

O presidente da cooperativa, José Ancelmo de Freitas Júnior, cita que 99% dos associados estão incluídos na categoria de agricultura familiar com uma média diária de produção de 20 litros, mas tem produtor com 200 e 400 litros, e até uma mulher com apenas dois litros. No entanto, a maior parte dos produtores tira de 10 a 15 litros por dia.

Quem produz 200 litros por dia, ao preço de R$0,60 por litro ao produtor, chega a ter uma renda mensal de R$3.720,00. O de 400 litros percebe o dobro disso. Já a produtora de apenas dois litros recebe R$120,00 que servem para ajudar nas despesas da casa.

As diferenças de produção não importam. Todos têm o direito de entregar o produto para a usina da cooperativa que tem uma capacidade de processamento diário de seis mil litros. O leite é pasteurizado e parte é transformada em queijo, iogurte e manteiga, comercializados no mercado interno.

Com toda essa produção avançando através do manejo de pasto e melhoramento genético do rebanho da raça Girolando, a cooperativa pretende ampliar sua capacidade de processamento para 10 mil litros diários, conforme anunciou o presidente da entidade. Para tanto devem ser investidos R$186 mil no novo projeto.

A fábrica de processamento foi financiada uma parte pela CAR e outra através da Codevasf. Os produtores estão entusiasmados com a viabilidade de expansão da usina e já estão preparando para melhorar a produtividade e ganhar mais com as vendas.

José Ancelmo conta que a cooperativa foi montada a partir do Programa Fome Zero do governo federal, com a produção inicial de 350 litros por dia, e hoje a iniciativa já é uma realidade. A estruturação administrativa e a capacitação gerencial da entidade são dadas pelo Sebrae/Bahia, inclusive com a realização de cursos na área de comercialização e vendas.

No ano passado o Programa Fome Zero pagou ao produtor o preço de R$0,60 por litro, mas agora em fevereiro o valor vai passar a ser de R$0,70. Ancelmo disse que a partir do melhoramento genético e treinamento técnico aos produtores sobre manejo e utilização balanceada de ração, cada vaca Girolando produz de cinco a 40 litros de leite por dia. “Estamos fazendo um padrão racial e é uma raça que se adapta muito bem ao clima da região”.

O presidente destacou que hoje essa produção de leite dos filiados está movimentando a economia local, com aumento das vendas no comércio da cidade. Além do leite, os produtores contam ainda com a geração de renda do cultivo das lavouras de mandioca, milho e feijão.

Citou que o Programa Fome Zero, por exemplo, paga quinzenalmente pelo produto recebido e quando atrasa o pagamento percebe-se um reflexo negativo com a queda na movimentação financeira das atividades em geral do município.

 

 

Fotos e texto: Agência Sebrae de Notícias Bahia


 
 
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