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Missão da ONU conclui que a mina de Caetité é segura e não provoca danos ao meio ambiente
 
Sábado, 06 de Fevereiro de 2010  
 

A missão da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) – órgão da ONU –, denominada UPSAT (sigla em inglês para Grupo de Avaliação de Unidades de Produção de Urânio), concluiu que as atividades da mina de urânio das Indústrias Nucleares do Brasil, em Caetité (BA), atendem a todos os requisitos de segurança e que não provocam nenhum impacto significativo ao meio-ambiente da região. Segundo os especialistas, a unidade de produção é bem projetada, bem mantida, segura e eficiente. A apresentação da conclusão prévia foi realizada nesta quinta-feira (04/02), no Rio de Janeiro. “A INB pode se orgulhar da operação que realiza, em Caetité”, afirmou o chefe da missão, Peter Waggitt, da Austrália, que é especialista em gerenciamento de resíduos.

O grupo é formado ainda por Chuck Edwards (Canadá), especialista em processamento de urânio; Nadia Rapantova (República Checa), especialista em hidrogeologia; Sylvain Bernhard (França), especialista em radioproteção e Keith Baldry (Austrália), especialista em meio ambiente.

Segundo Peter Waggit, a gestão de resíduos radioativos é muito bem conduzida e existe, na empresa, um espírito de cooperação e uma cultura de segurança que são muito importantes para a eficiência operacional da usina. “A unidade de mineração, além de ser um lugar bonito para ser visitado é também um local limpo, bem cuidado”, disse. De acordo com ele, a INB tem uma boa prática no tratamento de rejeitos e elogiou a utilização de sementes de plantas nativas na revegetação imediata do solo minerado.

A INB atende a todas as exigências regulamentais, não há nenhum impacto no ambiente próximo do local, afirmou Keith Baldry, ressaltando que é importante para a atividade nuclear brasileira ser criado um regulador autônomo, que deixe mais clara a independência da INB nos seus processos. E mais: que haja um alinhamento das regulamentações: “Hoje a empresa tem que atender a duas regulamentações diferentes, a do IBAMA e a da CNEN, e isso só dificulta o trabalho”, explica.
 
Nádia Rapantova, disse que a INB realiza bem a operação de minimizar os efeitos da mineração, que ficam restritos à área da unidade de produção. “Qualquer mineração causa algum impacto. No entanto, eles devem ser minimizados e mantidos dentro da área. E isso a INB faz bem”. A recomendação dada por ela é que sejam monitorados os futuros riscos de impactos.
 
De acordo com os especialistas, um dos maiores desafios para a INB, no futuro, será o bom desenvolvimento da lavra subterrânea, a primeira desse tipo no Brasil. Para isso, recomendaram intensificar as atividades de planejamento e de monitoramento, já que as condições da mineração no subsolo estão sujeitas a muitas mudanças.

O presidente da INB, Alfredo Tranjan, definiu a relevância da avaliação feita pela AIEA. “Essa missão acontece num momento importante, porque houve a retomada do Programa Nuclear Brasileiro. Isso recrudesceu o movimento anti-nuclear, daí a necessidade que temos de fazer investimentos cada vez maiores para esclarecer o público sobre as nossas atividades”.

“Os elogios não podem nos deixar numa zona de conforto. Por isso, sempre buscamos ouvir opiniões de especialistas. Estamos sempre buscando melhorar”, concluiu Hilton Mantovani, gerente de produção da unidade da INB em Caetité.

No final, Peter Waggitt destacou que a missão foi solicitada em março de 2009 e durante esse período estiveram coletando dados e informações para realizar a visita feita. Eles permaneceram dez dias visitando a mina de Caetité. A conclusão detalhada será entregue daqui a dez meses.

 

 


Mário Moura - Coordenador de Comunicação Externa da INB


 
 
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